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“Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente, quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.”
Artigo 25º, n.º1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948


Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza celebra-se a 17 de outubro.
A data foi comemorada oficialmente pela primeira vez em 1992, com o objetivo de alertar a população para a necessidade de defender um direito básico do ser humano.
A erradicação da pobreza é um dos objetivos do desenvolvimento sustentável fixados numa cimeira da ONU, realizada em Nova Iorque (EUA), de 25 a 27 de setembro de 2015. Nesta cimeira definiu-se a nova agenda de ação até 2030, que se baseia nos progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, entre 2000 e 2015.
Apresentamos algumas metas propostas:
Até 2030, erradicar a pobreza extrema em todos os lugares, atualmente medida como pessoas que vivem com menos de 1,25 dólares por dia.
Até 2030, reduzir pelo menos para metade a proporção de homens, mulheres e crianças, de todas as idades, que vivem na pobreza, em todas as suas dimensões, de acordo com as definições nacionais.
Implementar, a nível nacional, medidas e sistemas de proteção social adequados, para todos, incluindo escalões, e até 2030 atingir uma cobertura substancial dos mais pobres e vulneráveis.


Pobreza em Portugal
Segundo dados recentes, quase 2,6 milhões de portugueses estão em risco de pobreza. Estes números estão no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que contou 2,595 milhões de pessoas, entre as quais 487 mil com menos de 18 anos e 468 mil com mais de 65, em risco de pobreza e com outros problemas daí decorrentes.
De 2015 para 2016, o rendimento médio disponível por família aumentou 79 euros, para 1.497 euros por mês, ou seja, 17.967 euros anuais. O valor de 2015 esteve ao nível de 2008. No inquérito apresenta-se ainda que uma em cada 10 pessoas (10,3 por cento) tem falta de espaço para viver, uma condição que afeta sobretudo as famílias com crianças dependentes (17,0%) e as que estão na pobreza (19,9%).
O INE calculou que o risco de pobreza aumentou para os idosos em 2015, situando-se nos 18,3%, mais 1,3 pontos percentuais que no ano anterior. Para os menores de 18 anos, contudo, o risco diminuiu novamente, situando-se nos 22,4% face a 20% no ano anterior. O risco de pobreza é mais alto entre as famílias com crianças.


Fome no Mundo
Havia 815 milhões de pessoas a passarem fome em 2016, mais 38 milhões do que no ano anterior. A fome no mundo aumentou pela primeira vez em dez anos.
Esta subida põe o número de pessoas com fome crónica ao nível de 2009.


Em nível “extremo” de fome encontram-se alguns países:
- Sudão do Sul
 -Iémen
- Somália
- Nordeste da Nigéria                                           

DHCriancafomeUma criança que passa fome num hospital no Iémen em 2016

O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a organização precisa de 1800 milhões de dólares (cerca de 1500 milhões de euros) para evitar fome nestes quatro países.

A coordenadora do projeto: Eugénia Escórcio

Fontes: https://www.publico.pt/
http://www.unric.org/pt/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel