O Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada (Dia da Memória) celebra-se anualmente no 3º domingo do mês de novembro. Este ano a celebração ocorre em 18 de novembro, tendo como tema “A estrada conta histórias. Nem todas têm um final feliz”.


O objetivo deste dia é lembrar aqueles que perderam a vida ou a sua saúde nas estradas e simultaneamente reconhecer publicamente a trágica dimensão da sinistralidade, assim como tentar prevenir o acontecimento de mais acidentes e o consequente registo de mais vítimas na estrada. Além de homenagear as pessoas perdidas na estrada e as suas famílias, também se prestam louvores aos profissionais que diariamente lidam com esta trágica realidade, tais como os polícias, as equipas de emergência e os restantes profissionais médicos.


   A celebração anual do Dia Europeu em Memória das Vítimas da Estrada começou em 1993, pela mão da Federação Europeia de Vítimas da Estrada (FEVR).


   Nove anos mais tarde, em 2002, o Papa João Paulo II, promoveu este Dia Europeu a Dia Mundial, dado o número alarmante de mortes. Já em 2005, a Assembleia Geral da ONU aprovou a adoção oficial do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, tal como é celebrado hoje em dia.


   Portugal e em união com o resto do mundo, através de várias instituições e em diferentes locais, volta a assinalar o Dia da Memória.
Em 2018 a cerimónia Nacional ocorre em Castelo Branco e integra um vasto leque de atividades.
A Direção Regional de Educação, no âmbito da execução do Plano Regional de Educação Rodoviária 2018/2019 (PRER), associou-se também a esta comemoração, criando e disseminando 3 cartazes pelos 78 Estabelecimentos de Educação/Ensino aderentes ao PRER, incentivando-os a comemorarem também esta data.


   Relativamente aos dados da sinistralidade rodoviária, a tendência de descida verificada nos últimos anos, lamentavelmente, já foi interrompida em 2018. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que morrem todos os anos 1,2 milhões de pessoas na estrada e que 50 milhões de pessoas ficam feridas no mesmo período. Caso não haja alterações na forma de encarar esta realidade, em 20 anos este número trágico aumentará em 65%.

 

 

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